Como o setor de livros sobreviveu à pandemia

O último ano foi, para dizer o mínimo, bastante desafiador em todos os aspectos. O mercado editorial iniciou o ano de 2020 com um certo otimismo causado pelo resultado das vendas do setor no ano anterior, porém, com o início da pandemia e, consequentemente, o fechamento das lojas físicas, o comércio de livros precisou se reinventar.

O papel do e-commerce:

Se o ano de 2020 foi marcado pela palavra resiliência, o mercado editorial não ficou de fora. As pequenas livrarias que ainda não comercializavam pela internet foram obrigadas a se adequar à nova realidade na tentativa de salvar suas vendas.

As editoras, por sua vez, apostaram nas redes sociais, aproximando autores dos leitores em diversos eventos online. Estima-se que houve um crescimento de número de seguidores de cerca 40% nos perfis das maiores editoras do Brasil. 

Os livros digitais:

Seguindo essa tendência estão os livros digitais, que já vinham ganhando cada vez mais espaço com o público leitor. As vendas de livros digitais aumentaram consideravelmente em 2020, devido à facilidade ao acesso desse tipo de leitura. Com isso e com o aumento do dólar, as editoras têm apostado cada vez mais em autores nacionais.

Para 2021 a estimativa é que esse tipo de leitura continue em crescimento, assim como uma maior dependência do e-commerce. E, embora tudo ainda seja muito incerto, é com otimismo renovado que o setor inicia o novo ano.

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