Resenha: Para Todos os Garotos que já Amei

Essa história me foi apresentada por um caminho diferente do habitual. Geralmente eu leio antes de assistir à adaptação, mas, conheci a Lara Jean primeiramente pelos filmes na Netflix, embora não tenha assistido ao terceiro ainda.

Se você me acompanha lá no Instagram, sabe que estou participando da segunda Maratona Romântica Literária (confira as organizadoras do projeto lá no IG) e que escolhi ler a trilogia e assistir aos filmes durante a maratona (23/04 a 02/05). E hoje eu trago a resenha do primeiro volume da trilogia Para todos os garotos que já amei, da escritora Jenny Han.

Sinopse:

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Ler esse livro me trouxe tantos sentimentos bons que nem sei por onde começar. Lara Jean é aquela amiga que gostaríamos de ter (ou temos, se formos muito sortudos) para dividir um milkshake e trocar confissões. Ela é divertida, carismática, otimista e singular. Lara Jean até se preocupa com o que pensam dela, — acho que todo adolescente se preocupa um pouco, afinal, é uma fase de tantas descobertas, e tanta coisa pode acabar te definindo — mas também tem a coragem de ser verdadeira consigo mesma. 

“Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. (…) Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam.”

Ela ama sua família acima de tudo. Ama fazer biscoitos, scrapbook e, vez ou outra, escrever uma carta. Na verdade, cinco cartas. Uma para cada garoto que ela já amou. Uma para cada amor que ela decidiu esquecer. 

Lara Jean é uma personagem cativante, mas todos os outros personagens desse livro o são. As irmãs Song com suas personalidades diferentes e, ao mesmo tempo, complementares nos trazem emoções diversas e nos envolvem em suas vidas. É fácil mergulhar nessa história, o difícil é esquecê-la após fechar o livro.

“Quando uma pessoa fica longe muito tempo, você começa a guardar na memória todas as coisas que quer contar. Tenta manter tudo organizado na cabeça. Mas é como tentar segurar um punhado de areia: os grãos mais finos escapam da mão, e, de repente, você só está segurando ar e brita.”

Para todos os garotos que já amei é tomar chocolate quente no inverno. É colocar sua música favorita para tocar repetidas vezes. É assistir uma comédia romântica cheia de clichês, acompanhada de um balde de pipocas. É uma leitura gostosa e aquece o coração.

Sobre a autora:

Jenny Han nasceu na Virgínia, Estados Unidos, e cursou mestrado em escrita criativa pela New School. Sabe fazer um brownie perfeito, é ótima em inventar apelidos e tem paixão por livros de receitas. Sua série de TV preferida é Buffy – a caça-vampiros. Mora no Brooklyn, em Nova York.

Ficha de leitura:

Livro: Para Todos os Garotos que já Amei

Autora: Jenny Han

Editora: Intrínseca

Páginas: 320

Nota: 5/5⭐ 

Comprar: Amazon

2 comentários em “Resenha: Para Todos os Garotos que já Amei

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